COMEMORANDO LUÍS DE CAMÕES... 10 DE JUNHO

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2017 06 09 Navegacoes - CANAL DO EDUCADOR.jpg

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Texto expositivo – “Amor Trágico”

Hoje decidimos explorar o tema do Amor Trágico. Começaremos por abordar o canto III dos Lusíadas, episódio de “Inês de Castro”, prosseguindo com William Shakespeare “Romeu e Julieta”. Por último, refletiremos sobre um assunto da atualidade, a Violência Doméstica.

No início, em “ Inês de Castro”, a personagem principal é caracterizada pela tranquilidade, a alegria, a serenidade e talvez por alguma ilusão. Contudo, com o desenrolar da história, surge a exploração de sentimentos: amor, crueldade, sofrimento. Este episódio lírico é o desenvolvimento de uma ação que termina com a morte da protagonista; para tal final, existe uma motivação para sentimentos de tanto terror.

Recuperando o exemplo da “Inês de Castro”, n’Os Lusíadas, exploraremos a força e os efeitos do amor. Este sentimento entre D. Pedro I e D. Inês de Castro revela-nos que, por vezes, nem tudo corre bem. O facto de este amor ser interdito (D. Pedro era casado) talvez tenha tornado o sentimento mais forte, avassalador! No entanto, as suas consequências foram também as piores possíveis.

Retomando a ação narrada em “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, registamos que o amor entre os protagonistas desencadeia contrariedades, sofrimento e morte. Por outro lado, na sociedade contemporânea, verificamos, com alguma frequência, que o “amor” familiar é substituído por rejeição, dor, medo e … morte…

Concluindo, o amor trágico apesar de ser realizador em alguns sentidos é, lamentavelmente, também destrutivo!

Autores: Daniela Abreu Nº5; Helena Pires Nº9; João Fernandes Nº12; 10ºG

 

Espírito de Aventura

No canto IX de “Os Lusíadas”, escrito pelo imortal Luís de Camões é retratada uma ilha maravilhosa – A Ilha dos Amores. Habitada por Ninfas, este espaço de satisfação recebe os marinheiros, concretizando a experiência amorosa com deusas como forma de recompensa pelo esforço, coragem e espírito de aventura!

Esta aventura faz-nos refletir sobre o que é essencial na atualidade, isto é, a coragem e o espírito de aventura. Na verdade, se nos limitarmos ao que conhecemos, estaremos presos “entre quatro paredes”. Por exemplo, quando viajamos para um país de uma cultura completamente diferente da nossa, expandimos e desenvolvemos novas formas de conhecimento. Em busca do desconhecido, a aventura é o que nos desperta um misto de sentimentos, tais como medo e ansiedade simultaneamente!

Efetivamente, é importante construir um enriquecimento cultural que nos é permitido aplicar no quotidiano.     Quando nos aventuramos, enfrentamos experiências ótimas, que despertam bons sentimentos. Apaixonamo-nos pelo lugar, pela língua, cultura, paisagem e até mesmo os habitantes locais!

Contrariamente, certas aventuras também nos podem transmitir uma má experiencia, quando estas não correm como o esperado.

Concluindo, tudo isto leva a que tenhamos a necessidade de viajar, explorar, tal como os nossos antepassados o fizeram e, com isso, alcançar grandes descobertas e aumentar o conhecimento acerca do mundo.

Cátia Pereira, Jéssica Pinheiro, Márcia Sousa, Vanessa Lourenço 10ºG 2016/17

 

É Bom Viajar!...

Viajar é uma pequena palavra, mas com um enorme significado. Significa conhecer novas terras, novas pessoas, diferentes culturas!

Fazer viagens, quer em turismo, quer em trabalho é sempre bom. Estas aventuras fazem adquirir novas experiências, ficando na memória para sempre. Viajar significa alargar os nossos horizontes, enriquecer culturalmente, fazer novos amigos, aprender novos costumes, novas línguas. Ter novos ideais e, por vezes, novos princípios!

Curiosamente, nem sempre se viaja fisicamente. Quando se lê, abstraímo-nos do mundo onde vivemos. Também através de documentários ou reportagens televisivas, a informação permite viajar, sem mesmo sair de casa. Exemplificando, enquanto se lê “Os Lusíadas”, do icónico português Luís de Camões, conseguimos viajar no tempo, fazendo o mesmo percurso dos “heróis lusitanos”!

Viajar é bom!

Concluindo, viajar é algo que permite fazer-nos felizes! E, por cada sítio que se passa, fica sempre uma recordação para o resto da vida!

Vanessa Lourenço, 10ºG - 2016/17

 

Viajar, é obter conhecimento sobre o nosso passado, querer aprender a história do mundo, do país, da cidade, vila ou aldeia, que faz parte do quotidiano do ser humano, que se descreve numa única palavra: curiosidade.

Para viajar e obter conhecimento sobre o sítio para onde estamos a ir, é necessário fazer uma pesquisa anterior sobre o que se pode observar e os locais que se podem visitar.

Todas as estátuas, os museus, castelos, mosteiros, conventos e outros, foram feitos com algum propósito. Alguns deles para agradecer os feitos a alguma pessoa ou em celebração de algo, como por exemplo, uma vitória, para mostrar ao mundo o que uma pessoa é capaz de fazer, para o bem da sua comunidade e do seu país.

Como por exemplo, os turistas, pessoas de todo o mundo e de qualquer idade que procuram saber mais e enriquecer a sua sabedoria.

Em suma, viajar pode não ser necessariamente de avião ou para fora do país à procura de melhores condições de vida ou até mesmo para passar férias, pode ser apenas para o enriquecimento do vocabulário, da sabedoria e da experiência de vida.

Eduarda Rocha, do 10º G

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