A PROPÓSITO DE FELIZMENTE HÁ LUAR!...

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Felizmente há atividades destas!

“Sttau Monteiro era um homem que amava a liberdade (…) Esta atividade é, em certa medida, a interpretação dessa liberdade.!

António Amaro (CFAC)

                Começo por agradecer o convite para presenciar à dramatização levada à cena, no dia 3.5.2017, pelos alunos do 12.º B da ESVV, com base na obra Felizmente há Luar! de Luís Sttau Monteiro.

                Começando de forma tímida, os atores foram-se libertando ao longo da peça, tendo, em muitos momentos, transmitido à plateia as sensações dramáticas que a obra contém.

                Pela coordenação e ritmo e pela interiorização dos personagens e da obra que os atores evidenciaram nota-se que houve um grande investimento, concretizado por certo com muito trabalho, por parte dos alunos e professores envolvidos. Uns e outros merecem sinceros votos de parabéns e um agradecimento pelo que nos proporcionaram usufruir.

                Sttau Monteiro era um homem que amava a liberdade e que gostava de viver de forma muito livre: fosse a pensar, a criar ou, até mesmo, a trabalhar nas diversas atividades profissionais que teve. O modo de estar e se apresentar transmitia isso mesmo: aquela sua madeixa grisalha nunca enganou!

                Esta atividade é, em certa medida, a interpretação dessa liberdade. Quantas aulas formais - cadeiras, mesas e alunos alinhados, entre quatro paredes, com professor a debitar - seriam necessárias para levar os alunos a trabalharem a obra com tanta profundidade e envolvimento?

                Nos tempos atuais em que os alunos têm tanta dificuldade de concentração, pois as solicitações são muitas e diversas, procurar novos contextos de aprendizagem poderá ser o caminho e a solução. Esta atividade foi um bom exemplo disso, e para o confirmar atente-se no comportamento da audiência – quantas vezes foi necessário chamá-los à atenção?!

PARABÉNS!

Felizmente há atividades destas!

CFAC-3.5.17

António Amaro

            3 … que mais poderia ser dito… o próprio dia o diz nas entrelinhas - a perfeição!

            Um grupo disciplinado de súbditos e de reis, passando cultura e sabedoria aos seus fiéis companheiros de plateia, que guardavam nas suas memórias, certamente de longo prazo, todo aquele maravilhoso espetáculo. Os atores davam ênfase às suas personagens, deixando assim que toda aquela informação conseguisse mais facilmente penetrar entre as memórias, até ficarem muito bem guardadas na “caixinha da literatura”.

            Mas que obra é esta que tem direito a entrar na “caixinha da literatura”? Pois é nada mais, nada menos que “Felizmente Há Luar!” de Luís Sttau Monteiro.

             Todo aquele cenário montado, acompanhado pelos jovens que faziam o papel de atores, fez certamente com que muitos compreendessem melhor esta obra, e com que muitos não tenham de ser Vicentes ou D. Miguéis e trapacear o seu povo para alcançarem os seus objetivos.

            Em suma…bem…Felizmente houve luar!

Catarina Martins Silva, nº 10, 12.º I

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