HORIZONTES ALARGADOS, INSPIRAÇÕES RENOVADAS

Imprimir
Publicado em:

2017 03 13 Mafra

Nesta viagem até à cidade capital, donde esses bravos portugueses partiram em busca de um conhecido desconhecido, nesse distante século XV, e que tornaram a Missão Possível, a turma do 12ºE foi ver a paisagem urbana e repleta de História de Portugal, vigiada pelo Marquês de Pombal no cimo da Avenida da Liberdade.

Aquele aroma de rio Tejo que separa a “menina” Lisboa, trouxe o ânimo, que havia faltado até então, para a caminhada pelas pitorescas ruas modernas e antigas onde Fernando Pessoa toma ainda o seu café na esplanada da “Brasileira”. Lá no alto, de uma das colinas de Lisboa, via-se o castelo de S. Jorge com toda a sua imponência.

As memórias das trocas comercias da antiguidade longínqua até à atualidade, divididas em secções, algumas interativas, foram passadas em revista naquele “rico” Museu do Dinheiro, terminando a visita com o “Concurso de Levantamento” da Barra de Ouro.

Saindo de território lisboeta, uma nova região foi visitada: Mafra. Uma vila onde se destaca o Convento, obra daquele excêntrico rei D. João V, ou melhor, daqueles pobres trabalhadores que deram suor e sangue.

No seu interior, aqueles contos de fadas de príncipes e princesas parecem ganhar forma e podemos até imaginar a caminhada de “alguns” metros que o rei fazia para “cumprir o dever real” com a rainha vinda de Áustria.

Um convento cheio de divisões: sala de caça, sala oval, como no Pentágono, biblioteca, basílica, que se queria como a de S. Pedro, quarto para “cumprir o dever”, etc. Destaca-se um pavimento especialmente projetado para se conseguir ouvir em todo o convento onde estaria o rei (as importações de arquitetos foram mesmo geniais).

Para sabermos mais sobre um livro que já havia sido lido (ou pelo menos deveria ter sido), a companhia de teatro Éter apresentou-nos uma peça fantástica e com atores de alto nível, pois com uma mistura de momentos de romance intenso, de humor e de alguma angústia, conseguiram transmitir a mensagem que José Saramago havia escrito no seu Memorial do Convento. Deixo, então, o meu obrigado a todos os intervenientes nesta representação.

Alexandre Correia 12ºE

Submit to DeliciousSubmit to DiggSubmit to FacebookSubmit to Google PlusSubmit to StumbleuponSubmit to TechnoratiSubmit to TwitterSubmit to LinkedIn
Saturday the 23rd. Working... | Home | Joomla 3 Templates Joomlaskins