E PORQUE MAFRA AINDA VAI ACONTECENDO...

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2017 03 06 Mafra

E PORQUE MAFRA AINDA VAI ACONTECENDO, A IMPOR-SE AQUI PELO NORTE, EIS MAIS ALGUMAS IMPRESSÕES, EM FORMATO DE PINCELADAS LANÇADAS AO PAPEL…

“Nesta visita de estudo, a parte que eu mais apreciei foi a visita guiada pelo Palácio Nacional de Mafra, pois pude constatar a grandiosidade da sua bela construção e imaginar todo o trabalho que os operários tiveram e todo o sacrifício pelo qual eles passaram.

Mas, num misto de sentimentos, eu também me apercebi da estupidez que foi esta construção, pois o nosso país estagnou, empobreceu para que, no final, esta fosse só a realização de um sonho de um rei egocêntrico que, por um capricho, fez com que o país sofresse e retardasse no tempo; para que, como resultado, este palácio e mosteiro não tivessem utilidade e ficassem (praticamente) a “apodrecer” ao longo dos anos!” (Diana Barbosa, 12.ºI)

“A visita de estudo a Lisboa/Mafra foi uma boa experiência, uma grande aventura!

Toda a visita em si foi maravilhosa! Vimos lindas paisagens, monumentos, centros históricos, mas nada se compara com o grande e maravilhoso Palácio Nacional de Mafra. (…)que nos chamou à atenção também pela sua história, (…) foram dois dias passados num abrir e fechar de olhos…” (Alexandra Faria, Ana Soares, Diana Santos, 12.ºI)

Em Lisboa, “passamos pelo Chiado em direção ao Museu do Dinheiro. (…) que despertou a nossa atenção pela sua arquitetura (…).de um requinte muito particular! Foi uma viagem não só os tempos antigos, como também aos mais modernos, com as suas tecnologias adaptadas.

Ao longo de toda a visita guiada, o que mais nos cativou foi a barra de ouro (que pudemos tocar, sentir e até sonhar…) com (os seus) cerca de doze quilos e seiscentos gramas e com o valor aproximado de meio milhão de euros. Recomendamos a visita ao Museu do Dinheiro, pois possibilita aos jovens compreenderem como, com a passagem do tempo, as trocas de bens materiais evoluíram para as trocas com dinheiro, com a finalidade de se obterem os bens necessários.” (Ana Silva, Filipa Pereira, 12.ºI)

“… visitamos, em primeiro lugar, o Museu do Dinheiro no qual fomos muito bem recebidos! Este museu apresenta-nos a história do “vil metal”, a sua importância na sociedade e a evolução das moedas e das notas em Portugal e no Mundo.

(…)mas, o local mais enriquecedor foi o Palácio Nacional de Mafra, o qual nos encheu a alma … e o conhecimento!” (Marina Brandão, Vânia Sousa,12.ºI)

“Ao longo da visita de estudo ao Palácio Nacional de Mafra, realizada no dia 17 de fevereiro, todos os alunos tiveram a oportunidade de visitar o espaço e assistir a uma dramatização, pelo grupo de teatro Éter, diretamente relacionada com a obra “Memorial do Convento” de José Saramago.

Primeiramente, fomos direcionados para uma sala, onde os atores fizeram uma pequena introdução à obra e, em seguida, já noutra sala, deram continuação à dramatização. (…) Além do cenário estar muito bem concebido e a iluminação também estar ótima, as personagens desempenharam um bom papel, tornando bem percetíveis todas as interações.

Concluímos que tanto a peça como a visita guiada ao Palácio foram bastante enriquecedoras e fieis à obra que integra o programa da disciplina de Português, o que facilita a sua compreensão (…).” (Alison Meireles, Margarida Macedo, 12.ºI)

“No dia 17 de fevereiro, fomos visitar o Palácio Nacional de Mafra, local de muita história, onde pudemos “reviver” um pouco da vida do casal real, D. João V e D. Maria Ana Josefa de Áustria. (E que vida!) Só imaginar que estes viviam em dois cómodos separados por 232 metros de comprimento um do outro!...” (Catarina Machado,12.º I)

“Nesta visita de estudo, o que mais nos fascinou foi o dia da visita ao Convento de Mafra, pois vivenciamos experiências novas, divertidas, momentos para mais tarde recordar.

Após a ida ao teatro, estivemos algum tempo em contacto com uma pequena exposição de Mochos, Falcões e Águias. (…) Foi um momento engraçado e enriquecedor para o nosso conhecimento acerca destas lindas e fantásticas aves.

De seguida, passamos à visita guiada ao Convento de Mafra, a qual não pensávamos que fosse tão agradável. A guia fez-nos um breve resumo da história do Convento e das pessoas nela envolvidas e, depois disso, passou a mostra-nos as enormes e belíssimas salas do Palácio.” (Bruna Pereira, Daniela Marinho, Rafaela Barbosa, Vânia Alves, 12.ºI)

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